Eu não sei quem vencerá
Posso ser apenas uma carta
Que não quer
Se embaralhar...
Mas, sabem, nunca tive medo
Nunca fui a favor de mentiras
E falsas oligarquias
... Sempre senti falta –de família...
E, descobri uma forma
De me consolar...
Não tenho culpa
De aprender a extravasar...
Tem alguns que se correm por dentro
Ano passado aparecia na pele dela...
Enquanto outros, fazem o Mal
E procuram se vingar...
Não temo, não tenho medo de gente...
Que só quer dinheiro...
Eu tenho pouco, mas o suficiente, eu como...
E essas que me querem pelas costas
Provavelmente, querem COMER melhor!!!
Vamos ver quando eu paro?
Paro -nunca...eu tive- nunca!
E essa falta aparece em forma de significado.
Paro sim... quando eu estiver melhor
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