domingo, 19 de maio de 2013

Crítica ao narciso sábio

Não, não admiro narcisismo!!!
Aprecio conhecimento
Quem é sábio, é belo!
E não precisa estampar...

Meus melhores moldes
São os que de dentro
Transpareceram a mim
Seus valores...

E sem beleza, muitos,
Muitas vezes ensinaram...
A me apreciar e ver a pureza.
Aprender com quem não passa os olhos
Em quem não quer ver...
Simples, eu me recolho, naqueles que comigo, veem.

Sou simples e sou pobre,
Sou grande e não infrinjo
A beleza e conhecimento alheios...
Respeito, sem ser hostil!
Mas indago a pobreza intelectual...
Pois, quem é sábio aparece
Muitas vezes solitário, mas admirável.

EU PROMETO

O que eu tenho
Tenho isso em mim
Sou curiosa
E busco sim.

As respostas
Se encontrar
Invento outras
Não me “corroem”
O imitar de muitos.

Até porque...
Quem me ensinou
Era egoísta
E muito me auxiliou
Eram humanos,
Eram amigos, eram pessoas
Tinham defeitos

Mas aprenderam a conviver
Com os meus.
E até  diziam: tu é demais...
Não exagera, mas vai...
E vou, parar ? Só além de mim...
Pois os dias de luta
Irão mostrar os  dias de glória...

Eu prometo todos dias a mim.
Não sou egoísta, eu
Só testo o interesse alheio.

Amor próprio

Quem não tem sonhos próprios
Vira fantoche dos outros
Quem não opina será sempre
Apenas uma peça.

Jamais serei jogada,
Sou uma peça com vontade.
E,  nessa viagem
Eu vim aqui pra encontrar...

Não nego quando nem tudo está certo
Eu tento fazer de histórias tristes
Melodias, ventanias...
Eu não irei, todas, revelar...

Cada encanto, cada modelo,
Cada exemplo
Eu sigo...eu mudo!
Em prol de uma constelação...

Distância? Ausência?
Eternos em nós,
Eu me rendo, mas eu sigo com fantasia...
O que fica pra trás, que passe
E faça sentido para outros ‘nós’...

Conquistar um lugar, livre pra poder sorrir
‘Um dia espero te reencontrar numa bem melhor
Cada um tem o seu caminho’...
O amor é assim, às vezes, nos deixa ir...

Este é o meu Sonho!

Na busca pelo poder (saber)...

Ela reza,
Eu escrevo,
Ela aparece comigo
Quem? A força e a paixão!


Que quem não tem,
Faz de outro, o seu sonho também.

Calada, assim...

Eu sou assim, às vezes calada

As pessoas não querem mais um romance,
Pois preferem o conto.
O romance tem viagens, muitos personagens
O conto é menos enrolado.

Ah... se meu coração fosse atual
Queria eu apenas mais protagonistas
Em várias interpretações
... mas, nem um actante ficcional.

Cansei de brincar...
Cansei de buscar...
Talvez seja isso que me acalme
Para quem sabe, nesse circuito,
Não fosse pecado,
Imaginar...muito!

sábado, 18 de maio de 2013

BOCA BRABA sou. Mas, sozinha, não estou!

Me chamam de Boca Braba
Não sabem admitir
Que quem tem algum martírio
Realmente, pode até nem saber como ir...
E fogem, não gostam do meu garbo!
Não sei mais te dar meu sorrir.

Uma vida sem amor
É uma vida sem sentido.
Ninguém me derruba!
Pois quem quer faz sua hora
E, nesta, meu sonho se situou...

A força, a vontade
O querer
De quem já amou
E redescobriu o regozijo.
Sim, amar somente o que é meu
O que eu aprendi a construir.

Amar, em silêncio
O sentimento em mim,
E distância atrai meu futuro
Sonho de Ser Mais...
Antes, meu passado...
Agora, não mexe comigo
Do contrário ao amor...

Uma foto, um sorriso inocente,
A vida tinha um plano,
Separou a gente
Mas, eu estou no caminho...
Não vou mais te carregar.
BOCA BRABA E CHATA, eu sou!

Se fosse pra ser comum,
Eu não iria incomodar...
Tudo que eu tenho, eu conquistei na RAÇA.
Eu não sou simpático à ninguém.
Ah...eu ainda ando de trem
E quem vai de  LIMOSINE,  não vê pela vidraça!!!

Eu não sou simpático à ninguém
Tudo que eu tenho, conquistei NA RAÇA!!!
Não vou te levar...me deixa no meu caminho,
Ele não precisa de ti para que meu sonho floresça.
Eu SOU BOCA BRABA e FALO NA CARA!


Não sou vulgar, sou sincera!
Não sou de mentiras,
Ando com poucos
Mas, ando com os “meus”
E nestes, ‘sei confiar’. E, se desconfiar...
Desconfio, não preciso de totalidade,
Preciso dos certos,
Mas que carregam lealdade!

Todos sabem, minha busca
É infinita,
Não roubo sonhos, planto os meus!
Não faço dos seus planos, os meus!
Mas, procuro a minha paisagem, colorir...

Pois, descolorida, muitas já estão.
Não têm, na vida
Nem ao menos cores e amores
Já que nela não podemos fugir
Ela não é finita,
Plantamos nossos jardins...
Não podemos simplesmente fingir.
 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Hoje é Sexta-feira

Feitiços, virem contra mim...
Me chamaram de bruxa,
Mas nem isso -sei ser.

Ah, se bruxas descobrissem o futuro,
Eu deixaria meu passado para lá.
Mas minha bruxa é velha
E eu também...

Ah...minha vassoura, chega,
Venha pra cá
Que agora, eu vou voar.
E nessa noite, disparar

Bruxas sabem rir?
Talvez saibam enfeitiçar
E eu sonhar...
Um sonho velho.

Boa noite, vou-me embora,
Nessa noite fria
Vinho velho
Mente sorria!
 
Solitária e vazia
Nesta noite 
Não Amaria ou perdoaria
Mas, longe, irá, constante... 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Boba Alegre?

"O dia que eu calar minha boca,
certamente lembrarei...
A busca que tenho é interior,
não serei uma Boba Alegre
Mas, uma sobrevivente!"
 
 

Amém

E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace
Simplesmente me ouça
E encontre meu olhar.

Quando eu estiver a sorrir, não se afaste
Vamos soluçar
Pois, nessa vida, aprendemos a amar.

Ou simplesmente, fugimos.
Nos dias de hoje, todos correm
... Mas não sabem onde parar.

Não vou mais brincar
Bom sono aos que dormem...
Sem PENSAR!

Amém...

Meu passado e Eu

O que seria “eu” sem meu passado?
Seria vento, poeira, seria fiapo.
Eu vivo com ele, com eles, com ela, com elas
E sem ninguém,
Ao contrário, sempre guiada...

Se me julgam é porque existe igualha
Se me enxergam e não ajudam
É porque existo, ora...

Quem existe faz diferença,
Quem quer progredir
Não deixa prescindir
Pois, meus textos em qualquer lugar
Serão lidos!

Ninguém tira fome de quem não tem  comida!
Pra que palestra de resgate de valores,
Se almejam esquecimento, envelhecem
Todos os conhecimentos...
E cadê o prestígio? Ah... se perdeu no passado.