sábado, 18 de maio de 2013

BOCA BRABA sou. Mas, sozinha, não estou!

Me chamam de Boca Braba
Não sabem admitir
Que quem tem algum martírio
Realmente, pode até nem saber como ir...
E fogem, não gostam do meu garbo!
Não sei mais te dar meu sorrir.

Uma vida sem amor
É uma vida sem sentido.
Ninguém me derruba!
Pois quem quer faz sua hora
E, nesta, meu sonho se situou...

A força, a vontade
O querer
De quem já amou
E redescobriu o regozijo.
Sim, amar somente o que é meu
O que eu aprendi a construir.

Amar, em silêncio
O sentimento em mim,
E distância atrai meu futuro
Sonho de Ser Mais...
Antes, meu passado...
Agora, não mexe comigo
Do contrário ao amor...

Uma foto, um sorriso inocente,
A vida tinha um plano,
Separou a gente
Mas, eu estou no caminho...
Não vou mais te carregar.
BOCA BRABA E CHATA, eu sou!

Se fosse pra ser comum,
Eu não iria incomodar...
Tudo que eu tenho, eu conquistei na RAÇA.
Eu não sou simpático à ninguém.
Ah...eu ainda ando de trem
E quem vai de  LIMOSINE,  não vê pela vidraça!!!

Eu não sou simpático à ninguém
Tudo que eu tenho, conquistei NA RAÇA!!!
Não vou te levar...me deixa no meu caminho,
Ele não precisa de ti para que meu sonho floresça.
Eu SOU BOCA BRABA e FALO NA CARA!


Não sou vulgar, sou sincera!
Não sou de mentiras,
Ando com poucos
Mas, ando com os “meus”
E nestes, ‘sei confiar’. E, se desconfiar...
Desconfio, não preciso de totalidade,
Preciso dos certos,
Mas que carregam lealdade!

Todos sabem, minha busca
É infinita,
Não roubo sonhos, planto os meus!
Não faço dos seus planos, os meus!
Mas, procuro a minha paisagem, colorir...

Pois, descolorida, muitas já estão.
Não têm, na vida
Nem ao menos cores e amores
Já que nela não podemos fugir
Ela não é finita,
Plantamos nossos jardins...
Não podemos simplesmente fingir.
 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Hoje é Sexta-feira

Feitiços, virem contra mim...
Me chamaram de bruxa,
Mas nem isso -sei ser.

Ah, se bruxas descobrissem o futuro,
Eu deixaria meu passado para lá.
Mas minha bruxa é velha
E eu também...

Ah...minha vassoura, chega,
Venha pra cá
Que agora, eu vou voar.
E nessa noite, disparar

Bruxas sabem rir?
Talvez saibam enfeitiçar
E eu sonhar...
Um sonho velho.

Boa noite, vou-me embora,
Nessa noite fria
Vinho velho
Mente sorria!
 
Solitária e vazia
Nesta noite 
Não Amaria ou perdoaria
Mas, longe, irá, constante... 

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Boba Alegre?

"O dia que eu calar minha boca,
certamente lembrarei...
A busca que tenho é interior,
não serei uma Boba Alegre
Mas, uma sobrevivente!"
 
 

Amém

E quando eu estiver triste, simplesmente me abrace
Simplesmente me ouça
E encontre meu olhar.

Quando eu estiver a sorrir, não se afaste
Vamos soluçar
Pois, nessa vida, aprendemos a amar.

Ou simplesmente, fugimos.
Nos dias de hoje, todos correm
... Mas não sabem onde parar.

Não vou mais brincar
Bom sono aos que dormem...
Sem PENSAR!

Amém...

Meu passado e Eu

O que seria “eu” sem meu passado?
Seria vento, poeira, seria fiapo.
Eu vivo com ele, com eles, com ela, com elas
E sem ninguém,
Ao contrário, sempre guiada...

Se me julgam é porque existe igualha
Se me enxergam e não ajudam
É porque existo, ora...

Quem existe faz diferença,
Quem quer progredir
Não deixa prescindir
Pois, meus textos em qualquer lugar
Serão lidos!

Ninguém tira fome de quem não tem  comida!
Pra que palestra de resgate de valores,
Se almejam esquecimento, envelhecem
Todos os conhecimentos...
E cadê o prestígio? Ah... se perdeu no passado.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Fogo não mata, mas acaba ?!?

"Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário o cunho vernáculo de um vocábulo."

Estou farta.... Em falta, na falta e com a falta.
Do que não se pode explicar aos normais
-ou até aos Intelectuais,
estou farta - de querer sempre mais,
e em falta...na falta...parar.
Tive que ref RetIR.... na Falta.
Mesmo que, dona do meu pensamento
Ainda sinto falta de uma desacomodação
Ser dona do meu amanhã.
 
Apesar das diferenças,
Sei que somos apenas multidão
Nossa história é amanhã?
 
Tocar seu sorriso,
Dançar sonhos com o coração
Te trago minhas esperanças.
 
Sempre irei pensar,
ainda lembro muito bem,
não sei viver sem me importar...
 
Acaba? Não mata...
Essa falta me leva a deslumbrar
Sei que vem...de outro alguém,
Fogo não morre
Só se faz acalmar...
 
 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Doce Amargo

Que doce, que nada..
Quem não tem inquietações,
não possui a maior delas,
a vontade.

E, com inferioridade
é que se apelam a instantâneos resultados
e fingem que vivem
... ou apenas embalam.

Mas, ao final
Colorimos ou descolorimos, todos?
Não sei, não aprendi.
Apenas ouço vozes e me engraço.

Eu, num tom
em meio a vários tons...
À procura do doce,
Ainda amargo...

Parece inofensivo, mas...

É deserto...
Quando olhei pra nós,
Talvez sempre foi...

Senti, no silêncio, no tom,
a distância.
Nosso lugar tão perto,
mas separados, a sós...

Não existem tempos que substituam
Não aconteceu...
...nem no passado distante,
Pereceu,
no passado, atual presente.
É, já sou seu passado mais uma vez!

Não foi o que eu queria,
mais uma vez, perdi...
Atravesso estranha e solitária
Olho para o céu, invento um álibi
Sempre longe de te encontrar
Você e eu nos deixamos ir...

Mais uma vez, eu sei, vai resistir...
Meus pensamentos são seculares,
Meu coração é devagar,
Tentei dizer, mas você disse...
Só sei divagar...

Não sei ousar, minha voz mente
Eu tento regar a mim.
Hoje sou chuva em tempos de seca.
A chuva chover, não sei ver,
Preciso de alguém
Sei que bem lá no fundo
Eu não sei esquecer.

Perdi um brilho, tento ofuscar
Dizer que sim,
E perder o medo, deslizar...
Enganar, se acabasse... não teria dito
Tento regar... vou soltar a voz!
Te encontrar em algum lugar,
mesmo que a sonhar...

Não esqueça que
ainda está em minha memória.
Não consegui ser pra você
Ao teu lado, nada do que eu gostaria...

Nesses versos simples,
Eu só queria te dizer
Não acreditei
E, vou iluminar outros ideais,
Já que te reconquistar,
não há, igual a lembranças, não há.

Sutil sentir..

"Aos desconhecidos,
Apresento-me de costas
E com olhar fajuto,
Longe de ser considerado.
Apenas falácias poderão ver,
... pois a mim,
nem eu sei transparecer.
Brega eu?
Ao menos sei transcender.
E você, sabe entender?
Jamais, não em um sutil olhar.
Se acaso respirar, sinta em ser..."

A omissão dos ratos

          
 
  1. "A notícia de hoje
    Foi um atrevimento, d
    escontentamento,
    Não é novidade
    É apenas coisas que acontecem.
    A própria lua está sempre
    Mudando sua face.
    E, como mudam...

    ... As pessoas do cotidiano
    Como a madrugada
    Andam com pressa
    E aquela amiga era mesmo?

    São coisas da vida,
    Como a lua, se transforma.
    Perder alguém é crueldade,
    E algumas coisas permanecem quebradas
    Omitir, pra mim, é oposto à lealdade.
    É como dormir mas continuar acordada.

    Mas, como a lua,
    Também vou girar por aí.
    Vai ver o sol brilha
    E deixa de ofuscar
    Esses meus pensamentos humanos.

    Afinal, nos corroem certas atitudes
    Assim como ratos pela noite
    Que apenas Passeiam
    E, são meros jogadores."

    (Porque as pessoas nos decepcionam...ha ha...eu não devo ser pessoa...)